Bingle Bangle com certeza NÃO É a coisa horrível que estão dizendo por ai, revejam os seus conceitos.

Ainda não se passaram 20 dias, mas já estou de volta com um review atrasadíssimo (para variar). Dessa vez fomos agraciados com o retorno das Ás de Anjos após um pouco mais de um ano sem novidades, o que nos eleva as expectativas para esse comeback ainda mais – entretanto, devemos incluir nesse pacote outros fatores como a saída de ChoA, permitindo que Yuna se tornasse sucessivamente a vocalista principal do grupo.

Também estamos a todo o vapor chegado a pleno verão coreano, o que marca o inicio de uma temporada característica por melodias doces e cativantes – relembrando que em 2017, Red Flavor chegou ao auge das paradas com essa mesma fórmula deveras genérica, mas que por ter sido bem empregada, nos trouxe uma enorme satisfação – e deixando um novo marco comercial ao grupo, tendo sido esse o segundo maior exito do grupo.

Será que Bingle Bangle é capaz de emular essa mesma energia capaz de elevar a nossa taxa de glicose a 140 sem esforço algum?

SIM!1 A RESPOSTA É SIM! QUE M/V LINDO! QUE MÚSCA MARAVILHOSA! AAAAAAAARGHHH!111 BINGGEUL BAENGGEUL BAENG BAENG

Seria uma falácia negar que essa melodia não te seduz a ir para a primeira conveniência que ver em sua frente, pegar uma garrafa bem gelada de alguma coisa e beber como se estivesse num anúncio da Coca Cola!

O refrão é composto basicamente de onomatopeias aleatórias e frases chave em coreano simples de se decorar (até mesmo para um não-falante), e alguns consideram essa característica “chiclete” dá música algo ruim – por ela soar como tema musical de propaganda… mas é nesse ponto que quero chegar.

Vamos aos tópicos.

Em primeiro lugar – é inegável que se houve um enfraquecimento no poder característico à marca AOA como um todo de algum tempo para cá, tanto por conta da perda de integrantes como as mesmas polêmicas passadas.

Em segundo lugar – o foco dessa música é restritamente comercial, mesmo que não houve citação alguma de marcas populares.

O que me leva a pensar assim? Essa proposta mais simples que utiliza-se de uma estrutura mais simples – com bridges recorrentes e um refrão explosivo são tão normais dentro do gênero pop quanto uma receita de bolo a um confeiteiro. A porcentagem de erros se mostra bem baixa, não que a “qualidade” leve a faixa para ser um exito comercial – um bom exemplo disso é LABOUM que usa desse meio a anos, sem ter alcançado algum tipo de marco relevante.

Por fim, concluo que tenha sido uma estratégia inteligente da FNC Entertainment ao buscar agradar os antigos fãs com um duplo conceito (basta olhar para a outra faixa que estão promovendo em segundo plano: Super Duper), ao mesmo que se foca em agradar um novo nicho.

O teor mais adulto (e consequentemente destacado em meio a line-up) referente a voz da ChoA também se faria uma grande falta caso o grupo voltasse ao lançamento dos mesmos conceitos provantes com suas diferentes abordagens (fantasias). Digo isso tanto por suposição quanto ao levar em conta de que não gostei muito das outras faixas desse mini que tentam mostrar o som antigo do grupo a tona.

Digo que esses resultados nos charts só provam o quanto estou certo.

AOA ainda se mostra extremamente competente, mesmo ao mudar de lado – e eu realmente não sei o que aguardar para o futuro do grupo após 6 anos de carreira tendo sido transcorridos. Essa quebra de expectativa foi muito bem vinda – e ainda digo que, com outros acertos a esse nível, ficarei muito feliz em ver o grupo unido por mais longos anos.

 

Nota: 8,5/10.

(p.s: estou escrevendo isso enquanto oscilo entre o sono e a lucidez, então relevem qualquer errinho besta).

 

 

Comentando todos os atos relevantes dos últimos tempos [Especial]

Bom, recentemente o blog completou um mês de existência! (O que se dependesse de mim teria nem existido, obrigado a todos que insistiram para eu seguir em frente) – e bem, como não possuo sequer criatividade para celebrar de forma digna, vamos ao título.

“Um breve comentário para os comebacks relevantes que ocorreram desde janeiro para cá (excluindo aqueles que já havia falado anteriormente)” – no estilo leve 2 e pague 1, uma porrada de posts compilados.

Vocês irão perceber que faltam muitos aqui, mas como sei que esse post vai ficar enorme, vou comentar o que realmente ouvi por inteiro e se destacou de alguma forma em minha playlist!!

 

03.01.18 – Great (Momoland)

 

Demo descartada de Are You Hungry + Carisma do MOMOLAND + Coreografia cativante + Gritos histéricos + Refrão grudento

Bom… O que poderia dar errado? Isso mesmo, nada.

Inclusive o hit não se limitou a Coréia, expandindo o nome do grupo para terras nipônicas e até mesmo a Rússia, que acusava assiduamente “Bboom Bboom” de ter plágiado o trio Serebro com sua música “Mi Mi Mi” – mas hoje, boa parte desse desentendimento se cessou, consolidando o nome “MOMOLAND” como aspirantes ao pódio dessa nova geração. Basta que elas repitam a mesma fórmula (o que eu não duvido de forma alguma, se a intenção da empresa é lucrar, vão haver ao menos umas oito novas versões de Bboom Bboom a chegar ao top 10 do Gaon).

Breve adendo as b-sides: Same Same é maravilhosa, tem um gostinho parecido com algumas das faixas semanalmente lançadas pelo Twice (o que é bom), com um temperinho extra. Sobre Fly, foi criada para ser um ato sólido de indie dance, sem muitos destaques; básica. O ato acústico vem em seguida do single, o que acaba (infelizmente) tornando todo o resto mais morno, como um balde de água fria. Poderiam ter deixado para o final, mas quem sou eu para julgar Curious, ao menos não ofende em sua proposta.

 

*

 

09.01.18 – Secret Garden (Oh My Girl)

 

É difícil não assimilar a música com a discografia do Lovelyz praticamente em automático, mas – ainda assim, não se é perdida a essência do OMG (ainda mais com os vocais da Seunghee).

No geral, não me senti muito engajado a esse comeback, pois ele perde muito para os já passados do lado velvet (Em especial Windy Day, que música boa!). As coisas funcionariam muito melhor com um BPM maior – mas, de modo geral ela entrega parte do que se esperava e isso é bom (um destaque excepcional próxima de coisas como Coloring Book).

O destaque dentre as outras faixas do mini fica com Magic, sendo tão boa quanto o próprio single. Love O’clock tem o seu auge logo durante a introdução que me arrepia por inteiro (talvez por isso os versos sejam decepcionantes ao quadrado; menção honrosa ao refrão morno e apagado). Butterfly e Sixteen cumprem com as suas propostas, sendo simples e boas de modo geral.

 

*

 

17.01.18 – Offset (Chungha)

 

Se nota um amadurecimento sonoro em comparação ao debut de nossa Chungha, tendo cada faixa o seu destaque.

A intro Offset nos conta a experiência proporcionada durante todo o ato, tendo feito ali um bom trabalho de mixagem – é realmente um destaque e vale a pena ser ouvida.

Roller Coaster tem tudo ao seu favor, desde o extasiado M/V ao refrão maravilhoso que cumpre com a sua função de ser o ápice da canção.

Do It é uma incógnita ao meu ver – por não casar tão bem com o conceito geral. Ela se parece muito com trabalhos recentes na cena pop internacional (em especial a Side to Side, notem as similaridades em praticamente todos os pontos).

Bad Boy volta a emular a espírito do EP, sendo uma mistura de elementos do jazz com o blues, mas sem perder as características de pop tão fortes na forma como ela se constrói (p.s: adoro as gaitas que explodem no refrão, chega a ser controverso a elegância que se imagina de início).

E enfim, sobre Remind of You;    

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quando eu ouvi os primeiros acordes do piano, corri pra dar play em roller coaster – e é isto.

 

*

 

05.02.18 – Director’s Cut (Repackage de Teen, Age / Special Album) (Seventeen)

Vamos tentar resumir cada faixa em uma única frase, ok?

Thinkin’ about you: Tem a mesma essência de lançamentos anteriores, ainda que perca um pouco do seu brilho pela saturação do tal conceito.

Thanks: EDM melancólico de agradecimento aos fãs, acho meigo. O refrão é a parte que menos empolga, mas os versos são bem construídos (com base na fórmula Seventeen de distribuição das linhas: 70/30 para vocais e rappers).

Run To You: Chegamos a uma das melhores faixas, se tendo uma essência absurdamente ligada com o que temos em trilhas sonoras de animes (em especial a Yumetourou/Dream Lantern, a assimilação veio em instantâneo).

Falling For You: O que me veio a cabeça foi justamente MAMAMOO e suas b-sides que quase sempre transitam entre o house e city-pop. Me digam se ela não se parece com Friday Night, por exemplo.

(Intro) New World: Cuidado para não estourar os seus tímpanos com essa bagunça de samples.

Change Up: Quando o grupo começou a lançar uma sequência de sub-units em respectivas novas units, essa foi o destaque de todas por meses em minha playlist. Uau, que proposta bem idealizada e consequentemente feita – um marco para a discografia do grupo, em minha opinião.

Without You: Ballad? EDM? Só sei que eu gostei muito dela.

Clap: O single do álbum, com destaque a incrível coreografia. Segue a linha de lançamentos anteriores e não decepciona – um resultado polido, sem muito o que ressaltar.

Bring It: Quantas samples que emulam um clima ameaçador podem ser usadas para lhe convencer de que se trata de um saturado oppa fodão concept? Dê play e tire suas conclusões próprias. Poderia ter sido lançada por qualquer outro grupo que não notaria diferença alguma (Monsta X a BTS, há todo um leque de opções).

Lilili Yabbay: Desde o início, a música não se mostra muito promissora – apesar de que o refrão com os efeitos de gotejo seja interessante.

TRAUMA: Eu passo.

Pinwheel: Os visuais do M/V compensam o ritmo arrastado do instrumental e vocais decorrentes, view nessa obra de arte.

Flower: Não sei se saí satisfeito ou decepcionado com essa faixa, então fica aqui a minha deixa para a próxima.

ROCKET:

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Virou uma tendência entre os grupos usarem esse tinido de mola enferrujada no instrumental? Certo, isso tirou parte da minha atenção para os outros aspectos, então ao ouvi-la numa segunda vez, percebi que estive ignorando uma das melhores faixas de toda a discografia… A construção é a mesma das outras, seguindo o padrão de lançamentos, mas tem algo a mais que ainda não sei dizer me cativando a deixá-la no replay por horas seguidas. Um acerto em cheio.

Hello: Que preguiça de escrever… A música é boa e pronto.

Campfire: Ato sólido de pop, tudo nela é genérico e soa como outras milhões de faixas… Me desculpe.

(Outro) Incompletion: Um nome bonito para “Clap (Instrumental)”.

 

*

 

20.02.18 – One Shot, Two Shot (BoA)

Eu já estou morto de tanto escrever, mas iremos prosseguir…

A SM se sentiu na obrigação de investir no alicerce da empresa (nada mais do que justo), por isso tivemos o incrível comeback de Kwon Bo-ah para abençoar as nossas vidas.

One Shot, Two Shot é a faixa-título em meio aos outros singles, sendo o melhor release em anos de carreira da BoA. Sinceramente, por não ter acompanhado muito da discografia alheia, me arrisco a apontar que essa é a minha favorita dentre todas.

Everybody Knows é mais simples, mas não tem pontos fracos ao seu favor, apenas se mostra um ato mais sólido de pop e EDM. Boa escolha de sintetizadores.

Nega Dola foi um choque inicial para mim, pois tudo nela soa diferente do habitual – misturando vários gêneros, instrumentos e técnicas vocais. Então, vamos dizer que não havia ido com a sua cara até uma terceira ouvida e, bem… QUE HINO1!!#1

Your Song tem muitas das coisas que amo e em contraste a isso, outras que odeio. Mas de modo geral, ela tem o seu valor mesmo ao destacar-se menos em comparação ao resto.

Recollection é o mesmo caso de Your Song, melhor não repetir o mesmo. Apesar de que essa funcione um pouco melhor pela perda dos versos de rap e tendo um refrão mais empolgante.

Always. All Ways faz um trocadilho com “sempre… todos os caminhos” para encontrar/seguir o seu amado. Bem, é fofo. Em questão dos vocais, eu simplesmente adorei a forma como a voz masculina se mistura a dela, não há um contraste – e sim, a harmonia de ambas. Lindo!

Camo é o farofão que faltava no seu churrasco, um ícone da discografia da BoA e para completar; um marco na linhagem de “M/Vs que escorrem orçamento”. Parece até mesmo com um trailer de filme de ficção cientifica com custos estratosféricos feito por algum estúdio confiante na proposta.

 

*

 

22.02.18 – Black Dress (CLC)

 

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(eu me questionando sobre as razões que levam a coreia a deitar no talento dessas garotas, mesmo sem elas terem sequer um erro na discografia tão perfeita que não cansa de me surpreender).

 

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 sem contar que nOSSA!!!!!!! ESSA ERA É SUA YEEUN!!!!!!!! MEU DEUS!!!!!

 

Black Dress é um EP que me faz questionar muitas coisas no mundo;

  • minha sexualidade
  • meus gostos musicais
  • minha bias no grupo
  • a razão de elas continuarem sendo rejeitadas
  • cadê o meu chão? minha sanidade? minha alma? me roubaram até o cabelo.

 

Brincadeiras a parte, vamos ao que interessa:

A faixa-título é um quebra cu elegante vem seguindo a mesma aposta dos últimos lançamentos do grupo após o novo conceito ter dado as caras em Hobgoblin. Desde então, o mundo não foi o mesmo (ao menos o meu que está fora de órbita a muito tempo). Quando bem efetuado, todo EDM sai da água para o vinho para os meus ouvidos… Mas Black Dress é mais do que isso – é como beber ouro derretido, se revestindo inteiramente do espirito que a música emula, embebendo-se de uma vontade louca de bater cabelo como se fosse uma centrifuga desgovernada.

Like that é uma farofa desfarçada de aegyo (pelo que se conclui no fade-in, com os sintetizadores de cristal meigos e inocentes). Já podemos começar pelo rap que é jogado na sua cara, desacelerando na próxima sessão de versos e terminando com um refrão vertente do EDM que não pude identificar).

Distance tem uma pegada nostálgica – principalmente durante os “la la la”, um ato descartado pelo T-ARA, talvez? Não me arrisco nomeá-la enquanto não tiro conclusões mais sólidas. É um dos melhores lançamentos feitos pelo grupo – ironizando o fato de eu normalmente evitar ballads. Não é todo dia que se tem resultados tão positivos em algo associado ao meu décimo terceiro sono.

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ouvindo qualquer exemplo genérico de ballad fecha-álbum

 

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começa a tocar distance

 

To the sky se soma a um leque de lançamentos “aegyo” do grupo que são realmente BONS e prazerosos de se ouvir… Não me canso de defendê-la a todo o custo dos only-farofa stans que vivem de apedrejar o conceito inverso do bipolar CLC. Deem uma chance para isso!!!1 (Tem de ser com o coração aberto para receber todo o açúcar em sua corrente sanguínea).

7th encerra o álbum com uma ballad de respeito que se parece com Words Don’t Come Easy, do MAMAMOO (coincidentemente uma das minhas músicas favoritas das meninas). Se há apenas ganho com todo o arranjo de sopro, corda e precursão que emulam um ambiente descontraído de restaurante caro onde se vai em raras exceções, mas é guardado na memória cada mínimo momento.

 

*

 

07.03.18 – Yellow Flower (MAMAMOO)

Após duas menções anteriores a esse icônico grupo, olha quem temos aqui!! E, apesar de admirar muito o trabalho do grupo, esse álbum foi um pouco mais apagado e justamente por isso, não tenho opinião formada sobre ele como realmente queria.

Intro tem apenas 23 segundos de acapella e gritos, gosto.

Star Wind Flower Sun é uma ballad que nos introduz as integrantes (ainda que por metáforas), assimilando os elementos com os nomes de cada uma. Eu sinceramente não gosto dela por não ter nada demais na construção, tudo é pedante e exaustivo – o que faz o álbum perder pontos no fim das contas.

Finalmente chegamos a Starry Night que segue a já impregnada tendência do Tropical House, mas fazendo-a da maneira correta – o que nos entrega um resultado satisfatório. O que realmente me intriga nessa canção são as sucessivas pontes que se dão em sequência, afligindo o ouvinte para o momento onde o refrão se dá com os sintetizadores étnicos e, de certa forma “refrescantes”.

Be Calm é a faixa solo da Hwasa, continuando a trazer o clima “praiano” para o álbum. Tudo nela soa aos meus ouvidos como uma experiência completa de se passar a noite observando as estrelas (na praia, é claro). Parabéns por mais um acerto na discografia! A música merece um destaque também por ser o melhor solo até então dentre os lançados.

Rude Boy é uma coisa maravilhosa que soa mais frenética do que as faixas anteriores, apesar do refrão ser bem suave… Prefiro me resumir no seguinte gif;

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Spring Fever retoma os trilhos litorâneos, causando o mesmo efeito do solo da Hwasa – ainda que com menos intensidade por conta da distribuição de versos que é a mesma tida nos lançamentos com todas juntas (além de que o instrumental parece elevar-se uma oitava ao acompanhar um consenso de vozes diferentes).

E o álbum chega ao fim com o pré-release Paint Me nos apresentado ainda em Janeiro, o que na época me agradou muito como sendo uma ballad simples, mas se mostra distante do conceito abordado, ao menos ela se mostra bem acima da média tida para atos como esse.

 

*

 

09.04.18 – What is Love? (Twice) 

Quando finalmente me contentei com o fato de eu ser simpatizante do grupo (para não me chamar de once) – comecei a dar chance aos álbuns lançados anteriormente e nisso encontrei várias pérolas… Mas, agora vamos ao que seria o meu primeiro contato direto com elas.

What Is Love? segue a mesma proposta de praticamente todos os singles do grupo, o que não me ofende (Heart Shaker >> What Is Love? >>>> Likey >> One More Time >>>>>> resto da discografia).

Sweet Talker seria a versão coreana de Candy Pop? Nunca saberemos. Ao menos ela não me ofendeu tanto quando a citada, tendo os vocais um pouco mais contidos aos seus tons naturais.

Ho! é a típica música de propaganda de rede de supermercado (ótima comparação) que normalmente vem em segundo plano para a alegria do anunciante ao mostrar o preço dos seus produtos. Há algumas características vintage nela, como a pegada dançante e os vocais harmônicos.

Dejavu é uma afronta a de mesmo nome pelo f(x), por além de coincidir em seu título, ofende um pouco com a proposta desinteressante e barulhenta de acompanhar a percussão com vocais açucarados – o que torna tudo ainda mais estranho é o aleatório break de EDM que sucede um verso qualquer.

Say Yes é a proposta de inúmeras músicas citadas anteriormente; acústico, lento e doce.

 

*

 

30.04.18 – Time for the Moon Night (GFriend)

Resumirei ainda mais a proposta de abordagem que usei com o Seventeen, usando gifs para me expressar a cada faixa.

(Intro) Daytime:

I Love You Hearts GIF

que coisa mais fofa iti

Time For The Moon Night:

Happy My Heart GIF by Recording Academy / GRAMMYs

honra os seus antepassados navillera e rough, seguindo a mesma linha de white-aegyo dramático – ou seja, hino.

Love Bug:

pray GIF

ave maria 2.0, apesar dos scratchs soarem muito deslocados.

Flower Garden:

confused k-pop GIF

eu acho que eu já ouvi essa mesma música umas seis mil vezes… estamos num terreno de muitos

Tik Tik:

Mc Hammer Dance Gif By Agent M Loves Gif

eu durante o refrão (que te carrega por toda a música)

Bye:

Good Bye No GIF

o título já diz tudo, mas vamos colocar a gif só por consideração

You Are My Star:

Question What GIF

que final mais conveniente…. WHAT??? a música consegue ser tão gostosinha enquanto a anterior não vale literalmente nada.

 

*

 

E bem, acho que já deu… né?

Muito obrigado por ter lido todo esse trambolho até aqui… KKKKKKK

Pretendo continuar sendo ativo quanto as postagens e cuidar do blog como algo realmente importante – pois eu adoro escrever esses posts para vocês e com todo o tempo gasto, ainda aprendo um pouco. É muito gratificante ter passado esse pouco espaço de tempo e, espero que ele continue aumentando cada vez mais!

Até a próxima!

[Lista] Meu ranking de solos favoritos do LOONA! (+b-sides)

Bom dia/tarde/noite para você quem lê isso! Estive aguardando ao menos um tempo após o lançamento do solo da ultima integrante do LOONA (Olivia Hye), para ter uma opinião meramente sólida sobre o que irei comentar a seguir, logo tenha em mente que essa lista é EXTREMAMENTE RELATIVA e pode mudar drasticamente com o debut do grupo como uma unidade. Por isso, tentei priorizar a composição musical e outras características técnicas como base para nomear o ranking de melhor a pior single.

 

12º Lugar:

Around You (Hyunjin)

Acreditem em mim, pois eu realmente tento encontrar algo de empolgante… Uma simples razão que me permita ouvir Around You numa situação cotidiana (quando eu digo isso, me refiro a qualquer momento onde possa estar com os meus fones de ouvido plugados) quando o Spotify resolve me recomendá-la como próxima música a ser reproduzida.

Mas nada vem a tona… São apenas vocais doces, com uma back-track harmônica, um piano em um constante dinâmico. Uma power-ballad qual naturalmente não carrega muito impacto (apesar de que isso seja uma ironia ao se levar em conta que eu amo certas baladas, mas nesse caso da Hyunjin simplesmente não dá, pois a voz dela não consegue ser interessante o bastante para carregar todo o clima pesado que a música trás consigo, talvez com uma interpretação vocal a nível da Jong-eun, teria outros olhos sobre isso).

Nota: 3,5

 

11º Lugar:

ViViD (Heejin)

Bom, chegamos a uma incógnita aqui… Pois nem eu mesmo sei como explicar o fato de ViViD ter pegado uma posição tão baixa – talvez seja por mera eliminação ou porque a música não funciona comigo da mesma forma que deveria acontecer.

Sim, nesse debut da primeira garota, tudo funciona como os conformes; temos vocais interessantes, uma proposta diferente, aquele clima de pop misturado as raízes do swing e bem… Não rolou.

Ainda vale a recomendação para os que desejam entrar para o fandom, mas levando para o lado pessoal, o single da Heejin só vem a funcionar em momentos isolados, quando realmente vem aquela vontade de ouvir uma única vez.

Nota: 5

 

10º Lugar:

One&Only (Gowon)

Em questão de construção, “One&Only” não é o troço inaudível e simplesmente execrável dentro da discografia. Sim, os vocais são decepcionantes – e com uma proposta tão simples de instrumentação, o que sobra é o ponto H estrategicamente tido para ajudar a carregar você (ouvinte) até o final.

O M/V é lindo, não tenho dúvidas disso. O meu favorito de todo o grupo.

E apos tanto ouvir a música enquanto revia a obra prima tida encapsulada em diversas cenas, pude começar a digerir a música de forma que tudo caminhou ao favor da mesma – ou seja, talvez por um costume tido a cada play dado no YouTube, eu aprendi a gostar do solo da Gowon da mesma forma que me deixei amolecer por outras canções genéricas e/ou ruins por conta de clipes bem feitos.

Nota: 5,3

 

9º Lugar:

Kiss Later (Yeojin)

Coincidentemente voltamos a recapitular a fase inicial do projeto de pré-debut do LOONA, eliminando nesse merecido nono lugar o solo da maknae do grupo.

A letra que retrata o medo/insegurança causada pela inocência tida durante o primeiro beijo como se Yeojin nos contasse sobre seu conto de fadas, o instrumental extremamente divertido e cativante tendo como parte fundamental ao contaminar os seus ouvidos com diabetes melódicas.

O timbre dela é equivalente a idade precoce, então desde a primeira vez que a ouvi, sabia que não encontraria aqui um exemplo digno de perfeição, mas fico aliviado por essa ser realmente a autêntica voz, e não algo irritante/forçado.

Nota: 5,5 (só um pouquinho a mais do que a última)

 

8º Lugar

Heart Attack (Chuu)

A partir desse solo, chegamos a um ponto onde não há mais nada razoável, apenas bons ou derivados.

O ponto forte de Jiwoo com toda a certeza é o seu carisma inigualável dentro do grupo, sendo a estrelinha que brilha um pouquinho mais do que as outras. Seus vocais também são um ponto forte, devo admitir. Muitos fãs ou entusiastas do LOONA a colocam num merecido pedestal de vocalista principal, pois você vê que as notas altas parecem fluir naturalmente dos seus 1,59m de altura.

O instrumental é bem comum, apesar de que as constantes batidas emulam uma sonoridade mais pesada e consequentemente dolorosa aos ouvidos (p.s: esse é o meu ponto, porém a intenção não foi generalizar… tenho certeza que uma maioria irá ouvi-lá sem maiores problemas).

A b-side com a Yves consegue ser melhor na minha opinião.

Nota: 6

 

7º Lugar

Singing in the Rain (Jinsoul)

A faixa não chega a ser tão interessante como afirma uma considerável parte do fandom numa estranha idolatria a “Singing in the Rain”.

Sim, a música talvez consiga ser a melhor representante de future bass dentro de k-pop? Eu concordo, mesmo que eu naturalmente não me veja atraído a propostas tão agitadas quanto essa. Mas, a Jinsoul merece uma salva de palmas por conseguir proceder entre os versos de rap e vocal sem a menor dificuldade; eu realmente AMO o timbre dela e quero poder ouvir mais do seu material (seja solo ou no grupo em si).

Nota: 6,5

 

6º Lugar

Everyday I Love You (Vivi)

Eu juro que tentei não me influenciar por fatores externos (ou seja, tudo o que não envolve a parte musical em si), mas é difícil não se apaixonar por uma canção que por mais simples que seja, é cantada por sua favorita.

Não se deixe influenciar pelo início morno e desinteressante, pois do primeiro refrão em diante, as coisas só melhoram. O instrumental ganha intensidade e se casa perfeitamente com o vocal suave da nossa Vivi. Os sintetizadores surgem junto do teremim durante a bridge, enquanto o segundo citado desaparece e o outro age no refrão como uma explosão de alegria em forma de instrumentação (seria um coral de agudos que te levam a sonhar com unicórnios e algodão doce).

E, diferente dos casos citados anteriormente, a b-side se vem como uma regravação da a-side no formato de ballad que infelizmente não funciona, mas vamos falar mais sobre isso depois. 

Nota: 7

 

5º Lugar

Let Me In (Haseul)

A proposta misteriosa que vem encapsulada na letra da música funciona bem com o clima que o instrumental orquestral carrega, pois ambos te instigam a continuar. Dando como exemplo os acordes tocados em algum instrumento de sopro qual prefiro não identificar para evitar constrangimentos posteriores que simplesmente aparecem na mesma rapidez que somem.

 

A lua surge
E eu estou me tornando você
Nós éramos tão diferentes
Mas meu coração
Agora está sendo colorido por você
Essa menina é a menina de um garoto

 

A interpretação dos versos se dá como algo muito pessoal, pois tudo se é entregue como metáforas polissêmicas (não que me incomode com tal coisa, pois tudo isso é proposital para que você veja aquilo que não existe).

Nota: Um oito redondinho.

 

4º Lugar

Egoist (Olivia Hye)

Tendo sido chutada do pódio, temos aqui a aclamada última integrante do LOONA com o seu solo, “Egoist”.

Bem, seguindo aquilo que havia dito no review da música. Irei me resumir em um parágrafo;

O instrumental é delicioso, conseguindo se equilibrar entre uma sonoridade mais carregada para o lado orgânico e controlado. O vocal da Olivia é simplesmente lindo e não soa como a de uma garota tão jovem (o primeiro verso em especial é muito elegante e chega perto do que temos entre outras cantoras ao redor do mundo). O rap da Jinsoul desconta alguns pontos no fim das contas, mas numa análise geral, a ouvida compensa mesmo com alguns problemas.

Nota: 8,5

 

3º Lugar

Love Cherry Motion (Choerry)

Nessa faixa, nós temos tudo o que eu preciso para gostar de uma música:

  • Vocais
  • Um M/V bonito
  • Instrumental original (que foge de tendências)
  • Coreografia simples que consigo aprender
  • Harmonização no ponto
  • Bridge cativante
  • Letra com duplo sentido

Nunca pedi muito a Deus, talvez seja por isso que esse sonho foi atendido.

Sem contar que o segundo refrão/break é puro deleite aos ouvidos, sem tirar nem por. Os compositores que tiveram a ideia de misturar sintetizadores que emulam um clima étnico deveras estereotipado, mas que realmente funciona perfeitamente.

Nota: 9

(p.s: ouçam essa edit feito por um loona stan que resume toda a experiência de LCM)

 

2º Lugar

New (Yves)

Quando eu comecei a acompanhar o projeto de pré-debut do LOONA, o meu hype estava limitado ao debut da Yerim (que na época não me agradou nem um pouco) e a criação do OEC, então quando a 9º integrante foi finalmente revelada, todas as expectativas elevaram-se as alturas; nessa mesma época eu comecei a ler sobre as teorias, conhecer as integrantes de forma individual e todas as outras coisas que se faz ao interessar-se em entrar num fandom.

New é caracterizada como do gênero “Soultronica”, ou seja lá o que é isso.

Já que num mundo onde existem tantas variantes do EDM, é difícil lembrar desses tais nomes. Mas no geral, a experiência que se tem é de algo mais leve e… talvez… oitentista? Não saberia dizer realmente, mas suponho que essa sonoridade não é nostálgica por si própria.

Nota: 9,5

 

1º Lugar

Eclipse (Kim Lip)

Finalmente chegamos a ela! A bias de toda a comunidade científica (especialmente para os funcionários da NASA) e provavelmente a que conquistou grande parte do fandom.

Tantos meses e lançamentos se passaram e continuo tendo a mesma opinião sobre “Eclipse”. Pois nela havia de tudo para ser considerada um ima de repetições em minha playlist.

Desde o primeiro segundo você é tirado de sua órbita, viajando pelos caminhos que se trilham com os ad-libs. A experiência sempre parece tão única, ganhando um novo tom a cada ouvida. O ouvinte tende a focar em apenas um ponto, mas ao se analisar profundamente os aspectos que a constitui, o solo da Kim Lip consegue facilmente ser o mais interessante.

Seus vocais se unem a todos os elementos como uma cola atômica, mas não perde os holofotes em momento algum. A interpretação vocal é tão profunda que soa como se a letra fosse algo pessoal, que impactasse o seu emocional de forma que a voz o abraçasse, tendo uma textura de veludo macio e acolhedor. É difícil não imaginar tantas coisas ao emergir-se nessa experiência, ainda mais caso associada ao M/V que é o mais bonito entre todos os anteriores na minha opinião.

Nota: 10!

 

Agora vamos correndo para as b-sides, certo?

12º – Everyday I Need You

Não funciona comigo, de jeito nenhum.

11º – See Saw

Tentativa da BBC em se redimir por culpa de One&Only? Talvez, mas ainda prefiro o single.

10º – ViVid (Acoustic Version)

A música consegue ser boa de tal forma orgânica e simples, apesar de perder o clima mais agitado da faixa original.

9º – The Carol

A verdade é que eu amo essa música! Mas ela não funciona em todos os momentos comigo, então sempre a deixo para ocasiões específicas, o que a torna apagada em comparação as outras.

8º – Puzzle

A simplicidade que essa música tem em seu instrumental não chega a me incomodar, mas só entrega uma imagem de “mais do mesmo” que temos por ai.

Não é ruim, ao mesmo que não se destaca em nada.

7º – My Sunday / My Melody

Uma double b-side que tem como única diferença a letra, eu prefiro a versão da Haseul com a Yeojin (My Sunday), mas em ambos os casos, o que se entrega é faixas gostosinhas que você pode curtir lendo algum livro ou mesmo tentando elevar o seu ânimo pela manhã.

6º – Love Letter

Eu imagino um M/V muito bonito que escorre orçamento para essa b-side que foi muito bem feita e interpretada, só perde em comparação as que virão a seguir por questão de gosto pessoal, mas merece a atenção da fanbase.

5º – Rosy

O começo dessa canção é bem clichê no gênero, por isso até pensei que seria uma versão renovada de Puzzle, mas o refrão tem uma vibe que automaticamente faz o meu corpo se mexer de um lado para o outro como um idiota. O break também tem o seu destaque, nos dando a medida certa de estranheza quanto as samples cheias de auto-tune e o instrumental minimalista (que não foge muito da proposta original, servindo-se como uma parte unida a estrutura sólida). O ponto máximo de tudo é o rap da Heejin e ponto.

4º – I’ll Be There

Ela é a queridinha dos veteranos no LOONAVERSO que salva a imagem da Hyunjin de ser esquecida. Tudo aqui caminha para um refrão borbulhante e repetitivo, característica óbvia de bubblegum-pop que é a clara base de tudo.

3º – Girl’s Talk

Não há como não amar essa música, sério! Sempre fico incrédulo quando vejo as pessoas rejeitando tal b-side como uma bobeira descartável… Os vocais da Chuu funcionam melhor em propostas simples como essa, e o rap da Yves é um destaque para os versos pós o primeiro refrão. Diria que “Girl’s Talk” tem vários ápices que dividem a música como toda o conto deveria ter; nesse caso, a história de duas garotas e suas conversas secretas (hihi)

2º – Twilight

Nem para a senhora Kim aliviar a barra das outras garotas com o melhor single, ela também consegue ter a segunda melhor b-side (onde ela apenas inverte o seu lugar com Yves). Twilight é instigante, doce e melancólico, digna da letra que fala sobre um coração partido.

“Oh baby, baby, I can’t sleep…”

1º – D-1

eu enquanto ouço:

 

*

Muito obrigado por ter lido esse post enorme e nem um pouco informativo, hihi!

Até a próxima 😉

Um impacto bem certeiro pode sim mudar as opiniões de alguém (+ review de “New Heroes”).

*título dramático para a hora da história*

OLÁ! Quanto tempo, não? Eu andei BEM inativo, talvez hibernando a minha pessoa em livros didáticos e inúmeras provas (sim, é apenas isso mesmo). Mas, felizmente, amanhã será a última delas e para comemorar, nada melhor do que contar algo que aconteceu recentemente comigo.

Me rendi ao NCT e estou avidamente procurando saber mais e mais. E você me pergunta:

“A troco do que? Conte-nos mais detalhes”.

 

 

Sim, um station vindo de um dos integrantes.

Após uma série de debuts das units U, 127 e Dream não terem me chamado a atenção, inclusive a última citada agonizou os meus ouvidos com a diabética e nonsense “Chewing Gum” – que foi um completo desastre a primeira ouvida, apesar de que atualmente não me incomode tanto assim. Minhas impressões sobre o grupo continuaram bem mornas, por isso mesmo evitei lançamentos posteriores até que a música do momento no meio k-popper era “Cherry Bomb“. Bom, faltou algo… Bem pouco para eu me arrepender de ter dado play, mas num ato de insistência acabei me agradando com o resultado final e por isso vim a dar mais valor ao NCT e respectivos sub-grupos.

Com o lançamento de “Baby Don’t Stop“, já não haviam desculpas para eu admitir que sim. Eu estava começando a gostar de tudo ali, tanto por conta de outras releases que viriam a integrar o álbum Empathy, como os anteriores.

Without You” teria sido o segundo lançamento da unit U ainda em 2016, como um single digital acompanhado do debut (literalmente disponibilizado um dia após The 7th Sense), e bom… Quem disse que eu havia ouvido a música naquela época? SIM, EU DEMOREI DOIS ANOS PARA DESCOBRIR QUE ALI ESTAVA O TESOURO PERDIDO.

Em Agosto de 2017, a unit Dream havia apresentado o seu primeiro mini-álbum com a title-track “We Young” que até mesmo havia chegado a fazer parte da minha playlist de músicas, mas nunca era tocada além da intro. Para que essa música amadurecesse dentro de mim levou tempo e ate mesmo permiti ouvi-lá inteira. A impressão que se tem é uma instantânea assimilação com as trilhas sonoras tida em quaisquer programas infantis ou animações do Discovery Kids.

E, realmente vai de cada gosto pessoal, pois não posso prometer que ela irá agradar os paladares em geral; eu gostei dela da mesma forma que Kiss Later, da maknae Yeojin. Se torna uma experiência divertida e colorida; felizmente menos açucarada que che-che-che-chewing gum.

 

Enfim, vindo a nossa realidade.

“New Heroes” é uma evolução direta e bem vinda de “Dream In A Dream” (eu realmente espero que a SM continue investindo em demos tão bem produzidas como as duas entregues ao Ten.

Há tudo nela, o acústico que se construí para desencadear-se num instrumental explosivo de EDM (com direito a majestosas harmonias de nosso vocalista, acredito que o timbre dele seja um dos mais agradáveis entre os que já ouvi). A música por si só consegue captar a atenção, então se levarmos em conta outros pontos como a direção de fotografia/figurino/locação/outros pontos do M/V, a letra da música e coreografia para acompanhar. Talvez tenhamos aqui um dos melhores Stations desde a primeira temporada.

Eu não queria engrandecer a composição geral a tal ponto, mas aqui há tudo que é preciso para me agradar musicalmente. O único ponto baixo é o faded-off que ocorre de repente com o final do refrão (que seria a ultima estrofe), atiçando-me a ouvir em loop por horas e horas (a faixa é realmente curta em comparação a média, tendo apenas 2:44 minutos).

 

Ninguém sabe como cheguei aqui
Ninguém se importou com o meu sonho
Eu fui para o ponto alto dos meus baixos
E tornei-me mais forte contra os golpes
Então eu continuo, continue, continue…

 

A letra quando traduzida de forma direta não faz tanto sentido, por isso a adaptei;

O que se dá a entender é que se fala sobre a criação de uma nova liga de heróis (pessoas que melhor se adaptaram a vida, alcançando o topo do mundo), que tiveram de lutar sozinhos, sem apoio daqueles que estavam ao seu redor. Ao mesmo tempo, na segunda parte da música se é contada uma história.

 

Lutou contra os lobos em roupas de ovelhas
Defendemos o que acreditavamos
Transforme minha bagunça em mensagens
Aprenda com as lições
E continue, continue, continue

Por todos os medos
Gosto do suor e da sujeira
Nós todos vivemos pelo dia
Eles estarão gritando nossos nomes
Então continuamos, vamos continuar

 

A minha interpretação quando a parte metafórica é de que a letra sugere a repressão dos lobos (qualquer pessoa que ofende, menospreza ou agride por culpa de preconceitos pessoais) aos heróis, que haviam superado aquela fase difícil da vida e transformado a “sujeira” (o que seria a confusão imposta sobre os seus atos julgados, onde você repensa no que errou para merecer tais castigos), em uma lição de vida.

Puramente motivacional e bela, digna dos meus e seus elogios.

 

E após tudo isso, ainda não respondi o que me levou a ser NCTzen, justamente por ser a parte mais simples de todas;

  • Carisma – Sim, acima de muitos pontos relevantes, eu pude conhecer o grupo de forma menos informativa (como em apresentações escritas na Wikipédia), indo direto as compilações sobre o NCT, nisso não apenas decorei os seus nomes, mas também as personalidades de cada um. Todos eles são muito diferentes entre si, causando uma confusão interessante logo de começo. Se deve levar em conta que são 18 pessoas diferentes, com histórias de vida, hábitos e até mesmo países diferentes (não todos, mas vocês devem ter captado a intenção).

 

  • A divisão de units e a massiva formação – Apesar de que a ideia de uma constante promoção do grupo como uma única unidade me soasse bem mais interessante logo de começo, cada sub-grupo carrega a sua própria energia, trazendo diferentes mensagens que (em partes) são assimiladas as fases da vida. Por isso mesmo, faz todo o sentido intitular a unit Dream como a força jovem, enquanto a U seria direcionado ao público mais adulto. Estando juntos ou separados, os membros conseguem exercer as suas funções com facilidade, adaptando-se em conceitos diversificados.

 

  • Talentos combinados – Os vocais angelicais do Doyoung, Taeil, Jaehyun e Haechan simplesmente se destacam em comparação a média que temos no cenário atual de idols e são como mel para os ouvidos, sem brincadeira (ao clicar nos nomes deles, você será redirecionado a uma respectiva compilação de vocais para cada um). O NCT se é considerado o grupo composto com os melhores rappers da SMTOWN, e de fato fazem jus ao título. A rap line é composta por Taeyong, Johnny, MarkTen se custando um pouco para que parte deles recebam o mínimo de linhas durante a distribuição, ambos tem um potencial incrível para freestyle ou qualquer outra modalidade.

 

*

Finalmente pude dizer tudo o que queria (esse post ficou MUITO grande se comparado a minhas expectativas). Muito obrigado por ter lido, e stan NCT! Eles merecem a sua atenção.

Hábitos que eu adoraria desenvolver, mas são inviáveis.

(post motivacional para começar bem a semana)

 

Desejava abster-me de um vício que em situações normais seria até saudável; música.

Eu tenho uma ligação tão forte com a mesma, como irmãos separados por mundos diferentes, onde estamos juntos ao mesmo que tão distantes. Esse hábito de conviver com os meus fones de ouvido plugados durante todo o dia me afeta em questões de concentração; talvez tivesse potencial de ser melhor, mas me contento com o que tenho em ambientes relativamente comuns.

O isolamento me fez abrir os olhos para o mundo.

De repente, havia deixado o pop estadunidense de lado para me encontrar ao outro lado do planeta. Tente interpretar de outra forma e erre; houve uma quebra de barreiras enormes, pois mesmo que a música conecte todos os lugares, pude encontrar algo a mais naquele estilo.

E estou aqui, agora, vos escrevendo justamente por conta dele.

 

Caso fosse possível, que a preguiça me abandonasse de vez.

É um problema tanto quanto comum, mas nesse hábito de se “arrastar” para tudo o que vai fazer, sentindo certas dores que muitas vezes duvido de suas respectivas veracidades (também existe incômodos psicológicos, não?). Se torna não apenas parte de cada coisa em sua grande cotidiana, como também uma regra que seu corpo tende a seguir.

Uma grande pedra em meu sapato.

Tento caminhar em frente, mas todo o meu corpo está clamando por descanso. Deitar-me na cama após um longo dia de trabalho não parece ser tão recompensador quando o seu esforço foi inválido; apenas esteve se enganando o tempo inteiro enquanto todos observavam você parado, suspirando profundamente por conta de um singular desgaste.

O fantasma da preguiça acaba de espancar todos os seus músculos.

 

Por fim, queria me amar na mesma intensidade que amo os outros.

Geração Z… Ansiedade, depressão e ironicamente, a mais pressionada juventude que se tem noção, pois a cobrança nem sempre vem de meios externos – e sim, de uma voz irritante que ecoa dentro do seu âmago.

“Não coma isso, você irá engordar”;

“Estude mais, o futuro não irá esperar por você, então… Se não estiver preparado para ele, sua vida acaba aqui e agora”;

“Fale menos, seus argumentos não valem nada”;

Nunca é o suficiente, nem para os outros, quanto menos a aquela voz. Sua consciência que deixa-se levar por padrões, onde quando você não pertence a aquilo, automaticamente se posiciona entre toneladas de lixo execrável.

 

Tudo isso pode mudar, com um pouco de força de vontade.

“Se quiser triunfar na vida, faça da perseverança a sua melhor amiga; da experiência, o seu conselheiro; da prudência, o seu irmão mais velho; e da esperança; o seu anjo da guarda”. – Joseph Addison.

 

EXID nos leva a uma viagem de volta aos anos 90 com a maravilhosa “Lady”.

A alguns dias, o meu grupo favorito de todos resolveu dar as caras com vários previews que pude desviar com certa dificuldade para uma autêntica primeira experiência. O comeback trouxe novamente a formação temporária do OT4 tida em Night Rather Than Day (e quando digo isso, me refiro ao fato de Solji nem mesmo ter gravado parte do refrão como em DDD).

Infelizmente isso incomoda muito os fãs coreanos, trazendo para esses os piores retornos comerciais em downloads + streams (caso de NRTD), e é nesse momento onde a fanbase internacional entra para ajudar.

A música conseguiu os primeiros lugares nos charts do “Bugs” e “Soribada”, além de vender 1.189 cópias físicas no Hanteo e pegar 2 milhões de views nas primeiras 24 horas do lançamento do M/V. Ou seja, as coisas estão indo muito bem!

O que me deixa extremamente feliz, vocês não tem noção.

Mas enfim, após uma introdução desnecessariamente longa, vamos ao review:

ARGHHHH EU ESTOU MORRENDO! A partir desse exato momento, músicas que evoquem hip-hop noventista se tornaram uma necessidade em minha playlist, pois é isso que “Lady” nos trás – aquele gostinho de quero mais, que te obriga a ouvir centenas de vezes em replay por horas a fio.

A música começa lá em cima com a nossa querida Hyojin dizendo “come on, ladies” com a convicção de um falante nativo do inglês (só esses primeiros vinte segundos já fazem valer o espaço gasto no seu celular). Felizmente essa mesma frase se repete várias vezes ao longo dos versos.

O M/V é lindo, sem perder a credibilidade por ser bem simples – tanto que isso é obviamente proposital (as transições em formato de losango/círculo/outras formas geométricas aleatórias fazem a minha existência valer a pena).

Os visuais estão no ponto, ainda mais quando se trata de nossa querida Hani apostando num vermelho que capturou minha atenção em todas as cenas onde o mesmo se fazia presente.

Minha bias Hyerin invocou o seu golfinho interior, realizando entre high-notes convencionais, um whistle register a nível de uma vocalista tão talentosa como ela. Admito que além de tanto orgulho que senti, todos os pelos do meu corpo se arrepiaram.

Todas as minhas previsões sobre a letra acabaram acontecendo – levando em conta o histórico do grupo, já se tem uma ideia de que há coisa aí.

A bridge e refrão de “Lady”:

Woo, não diga isso
Apenas me diga que foi uma piada
Não diga que você quer parar por aqui
Mas olhe para mim de novo meu amor
Baby, apenas pare, baby, apenas pare

Você está cansado de mim agora? Não gosta mais de mim?
Você está tão animado para me dizer que acabou?
Não hoje, mas amanhã, amanhã, amanhã
Apenas mais um dia, babe babe babe ou…

Sim, elas não querem aceitar um término pois estão apaixonadas pelo cara, então irão deixar isso para amanhã e aproveitar o agora. Dessa mesma sentença foi escolhida o nome em hangul da música; “Do It Tomorrow”.

*

Enfim, eu gostei de todo o comeback em ambos sentidos de sonoridade, conceito, figurino e videoclipe. Tudo foi bem organizado e adaptado para transmitir um clima de nostalgia a aqueles que viveram nos anos 90, convivendo com o hip-hop que tinha alcançado o seu auge por meados daquela década. Recomendo fortemente tanto a mesma como a esquecida Night Rather Than Day!

Nota: 8/10.

As melhores b-sides do Red Velvet (na minha opinião).

Outro dia, mais um post!

Vamos falar sobre um dos meus grupos favoritos da atualidade; Ledeu Belbet.

Opiniões impopulares virão juntamente de outras bem óbvias vindas de um reveluv de carteirinha assinada.

 

*

The First Mini Album – ‘Ice Cream Cake’

1. Somethin Kinda Crazy

Talvez seja por conta da letra tão bonitinha que compara o amor das meninas com uma estrela pequena e brilhante que caiu do céu em seus braços, essa música – apesar de genérica, é bem interpretada pelos vocais doces e alegres.

Os sussuros da Seulgi e da Wendy no inicio da música com outros que surgem intercalados aos versos dão um clima de confissão (ao amor); um segredo.

E literalmente todos os elementos unidos passam exatamente a mensagem que se era esperada:

Uma bobeira completamente açucarada e de easy-listen.

 

*

The Velvet – The 2nd Mini Album

2. Rose Scent Breeze

Uau, uma power ballad está entre nós! E como deixar de incluir uma quando esse é o conteúdo de basicamente todo o álbum.

A distribuição de linhas entre a vocal line foi bem feita, poupando o desgaste das cordas vocais para a inevitável vinda dos high-notes na parte final da música.

O instrumental lida bem com a melodia rica, estando posicionado entre uma soundtrack tirada do Studio Ghibli ou mesmo de alguma cena romântica/dramática num filme.

O que me soou deslocado de todo o resto foram os riffs de guitarra no minuto 3:38, mas nada que não se torne normal com o tempo.

 

*

The Red – The 1st Album

3. Cool World

O que dizer sobre uma música que ao se construir de forma contínua por praticamente dois minutos, consegue emular perfeitamente o mesmo espírito motivacional que temos, por exemplo, em “Tonight” do Spica.

É praticamente impossível não se contagiar com a energia dessa b-side tão alheia ao experimentalismo tido no álbum.

Todas as integrantes cantando em uníssono durante o refrão depois de uma bridge deleitosa em proporções gigantescas, essa música é simplesmente puro ouro para alguém que queira elevar o seu ânimo.

 

*

The 3rd Mini Album – Russian Roulette

4. My Dear

Voltamos aos trilhos da opinião impopular, já que de forma costumeira, os reveluvs costumam colocar o mini álbum inteiro como um dos piores (se não o pior) de toda a discografia. Enquanto eu, bem…

Discordo plenamente!

De ‘Lucky Girl’ a minha querida favorita, vemos uma sonoridade bem característica de trabalhos anteriores (inclusive essas faixas poderiam estar distribuídas em todo o lado red, pois se adaptariam bem, já que seguem o modelo de shynth-pop a aquilo que viria a ser Mojito após um ano (principalmente por conta dos samples bizarros usados como instrumental e o clima exageradamente alegre).

Enfim, focando em My Dear. Estamos falando de uma proposta simples (seguindo o mesmo padrão de Somethin Kinda Crazy, sendo um complemento para uma apreciação contínua). Red Velvet realmente conseguiu transformá-la em uma máquina de replay, inclusive essa mesma canção ativa o “modo escritor” que se manifesta em minha pessoa as vezes. Os vocais despertam um punhado de sensações, o que caso assimilado a uma imaginação fértil, lhe faz ver duplos arco-íris daqui até Seul.

A letra fala sobre a saudade que se sente do amor (pessoa) e o quanto deseja revê-lo, guardando todos aqueles sentimentos para o momento propício. Ou seja, deixarei a interpretação a parte – pode não significar nada, ao mesmo que muitas coisas.

 

*

Rookie – The 4th Mini Album

5. Talk To Me

Por alguma razão, sempre ao montar alguma playlist, faço questão de colocar essa música intercalada entre ‘”Time Slip” e “Don’t U Wait No More”, pois chega a ser cômico como a mesma parece ser alguma demo rejeitada na era The Red – e agora, reaproveitada como uma b-side.

A construção da mesma foge um pouco do que entendo como “padrão”, sendo colocada uma bridge aleatória que termina num verso normal, onde enfim chegamos ao refrão – por isso, há uma leve quebra de expectativas e isso é divertido a primeira ouvida.

Harmonias no ponto, não tenho muito o que dizer sobre ela que acabe fugindo dos elogios anteriores.

 

*

The Red Summer – Summer Mini Album

6. You Better Know

Eu já disse que amo batidas vibrantes, vocais poderosos e mensagens instigantes? Pois então, essa mera questão já resume tudo o que irei dizer.

As estrofes estão constantemente crescendo, explodindo em um refrão recheado de sintetizadores que soam como purpurina aos ouvidos de tão brilhantes e alegres, e assim voltamos aos versos comuns e esse ciclo se repete por umas 4 ou 5 vezes, sem perder o seu brilho por conta do complemento dado pelas vozes que ajudam a degustar esse prato principal com maestria.

Merecia um M/V próprio, não tenho dúvidas disso.

 

7. Hear The Sea

Outra faixa do The Red Summer sim! É impossível deixar de lado a perfeição que temos como finalização desta obra prima.

“MELHOR ÁLBUM DO RED VELVET SIM!”

Eu gritando enquanto ouço o mini em repetição pela octogésima sexta vez.

Essa (quase) ballad tem gostinho de litoral – e eu não estou me referindo ao nome da mesma. E sim, pelo próprio sentimento que a composição por si só entrega. O piano ao fundo soa como um xilofone “abafado” ao meu ponto de vista, enquanto as batidas contínuas não deixam um clima sórdido se formar.

A letra é simplesmente linda, comparando a voz do amado com as ondas calmas do mar – e as harmonias… Oh, *insira todos os sinônimos de perfeição aqui*.

 

*

Perfect Velvet – The 2nd Album

8. Perfect 10

Merecidamente venho a titular essa próxima faixa como uma sucessora de ‘One Of These Nights’, e isso é um puta elogio.

O próprio nome já se explica, pois os compositores escolhidos para fazerem o LP, tendo noção do que tinham a postos (quanto a vocais), emularam o que toda ballad (nessa caso, nem chega a esse ponto, mas vou levar como sendo) deveria ter… vida.

Não me refiro apenas ao drama melódico, mas sim a descoberta de uma nova emoção ao longo de cada segundo.

Os samples de “ten” usados no refrão para dizer o nome da música fogem para um lado mais característico do resto da discografia, mas o ato por si mesmo é inteiramente sólido em R&B downtempo deleitoso: um slow jam a estilo Red Velvet.

 

9. Kingdom Come

Em meio a um full álbum com nove músicas, era difícil deixar de lado essa segunda recomendação. No geral, o ‘Perfect Velvet’ tem tudo para ser um dos melhores trabalhos feitos na história do k-pop em si, quebrando barreiras com troços divertidos que superam todo o resto da discografia em sentido de aleatoriedade, até isso que temos como minha favorita em si.

Kingdom Come – de tão boa, se torna culpada de uma simples falta de palavras para descrevê-la. É cativante, ao mesmo que elegante e contemporâneo. Evoca todo um peso carregado pelos vocais somados ao instrumental que ressoa ao fundo como algo natural; um filme sem a parte visual.

Do primeiro ao ultimo segundo, você se torna refém das harmonias que tocam direto no fundo do seu coração, eu sei disso pois é uma sensação recíproca.

Com toda certeza é digna da patente do “heaven k-pop”, sem nem mesmo inovar em muitos aspectos.

 

*

The Perfect Red Velvet – The 2nd Album Repackage

10. Time To Love

Admito que apesar de ser uma música de sonoridade regular a outros artistas internacionais, Bad Boy me decepcionou simplesmente por ter vindo de um grupo qual alimento tantas expectativas dada a quase impecável discografia (com pouquíssimas excessões em meio a pouco mais de 60 releases.

Porém, nadando contra a corrente de expectativas baixas que havia tido a primeira ouvida do repackage, me surpreendi com uma aposta muito bem colocada logo após a canção citada anteriormente nessa lista. É como se naquele lugar especial da tracklist, ‘Time To Love’ desse uma continuídade a aquela história que se inicia em ‘I Just’.

Não há nada de novo, já que cada segmento que edifica a canção é a nível do que se espera vindo de um grupo formado por cinco garotas extremamente talentosas em múltiplos sentidos. Merece tanto uma primeira chance como uma segunda ouvida!

 

*

E enfim chegamos ao final do post, com vários comentários tediosamente parecidos um com os outros – apesar de que eu garanto não ter usado o ctrl+c/ctrl+v em momento algum.

Vocês concordam com essa lista? Comentem suas versões aí, junta de uma boa recomendação para um próximo post, certo?

Nos veremos em uma próxima atualização.